{"id":28251,"date":"2026-05-22T05:10:58","date_gmt":"2026-05-22T05:10:58","guid":{"rendered":"https:\/\/www.maapprogram.org\/gold-mining-brazil-yanomami\/"},"modified":"2026-05-21T22:20:31","modified_gmt":"2026-05-21T22:20:31","slug":"gold-mining-brazil-yanomami","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.maapprogram.org\/pt-br\/gold-mining-brazil-yanomami\/","title":{"rendered":"Protegido: MAAP #242 Minera\u00e7\u00e3o ilegal de ouro na Terra Ind\u00edgena Yanomami (norte da Amaz\u00f4nia brasileira)"},"content":{"rendered":"<div id=\"attachment_27688\" class=\"thumbnail alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27688\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"719\" height=\"539\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-7-scaled.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 719px) 100vw, 719px\" \/><div class=\"caption\">Foto 1. Garimpo de ouro na Terra Ind\u00edgena Yanomami. Cr\u00e9dito da foto: Lucas Silva\/Plat\u00f4\/ISA<\/div><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A <\/span><b>Terra Ind\u00edgena Yanomami<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, localizada no <\/span><b>norte da Amaz\u00f4nia brasileira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (na fronteira com a Venezuela), \u00e9 um dos territ\u00f3rios mais impactados pelo garimpo de ouro na Amaz\u00f4nia (MAAP #226).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este relat\u00f3rio detalha os resultados do monitoramento geoespacial da atividade de <\/span><b>garimpo ilegal de ouro<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> na <\/span><b>Terra Ind\u00edgena Yanomami<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, com base em dados coletados at\u00e9 dezembro de 2025. Esse territ\u00f3rio est\u00e1 localizado no <\/span><b>norte da Amaz\u00f4nia brasileira<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, ao longo da fronteira com a Venezuela.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Esse esfor\u00e7o de monitoramento, baseado na an\u00e1lise de imagens de sat\u00e9lite de alta resolu\u00e7\u00e3o e em dados de monitoramento colaborativo realizado pelas comunidades Yanomami e Ye\u2019kwana, ocorre em um contexto de transi\u00e7\u00e3o operacional no territ\u00f3rio, marcado pelos esfor\u00e7os do governo atual para retirar ocupantes ilegais e pela persist\u00eancia de certos focos de minera\u00e7\u00e3o (ver Observa\u00e7\u00e3o1 abaixo).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Nos \u00faltimos anos, esse territ\u00f3rio enfrentou uma escalada do garimpo ilegal que atingiu seu auge em 2022, resultando em uma crise humanit\u00e1ria e de sa\u00fade sem precedentes. Dados atuais produzidos pelo <\/span><a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Instituto Socioambiental<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (ISA) &#8211; veja detalhes abaixo &#8211; revelam que a \u00e1rea total impactada pelo garimpo chegou a <\/span><b>5.564 hectares<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> em 2025.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No entanto, a an\u00e1lise da s\u00e9rie temporal demonstra um <\/span><b>ponto de inflex\u00e3o<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> cr\u00edtico: ap\u00f3s o pico em 2022, o aumento anual de novas \u00e1reas impactadas pelo garimpo apresentou <\/span><b>quedas significativas e sucessivas nos anos de 2023 a 2025<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Comparativamente, enquanto a \u00e1rea acumulada at\u00e9 2023 representa a maior parte do impacto (cerca de 5.500 ha), houve um aumento documentado de <\/span><b>129 hectares em 2024 e 2025<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (83,95 ha e 45,2 ha, respectivamente).<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Essa <\/span><b>recente desacelera\u00e7\u00e3o no ritmo de expans\u00e3o do garimpo<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> \u00e9 resultado direto das <\/span><b>opera\u00e7\u00f5es de comando e controle<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> iniciadas pelo governo brasileiro em 2023, pouco depois do reconhecimento oficial da emerg\u00eancia de sa\u00fade p\u00fablica (ver Observa\u00e7\u00e3o 2). Os dados, no entanto, tamb\u00e9m funcionam como um alerta: embora a expans\u00e3o do garimpo tenha diminu\u00eddo, a detec\u00e7\u00e3o cont\u00ednua em 2024 e 2025 confirma que a atividade garimpeira n\u00e3o foi completamente erradicada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O monitoramento mensal indica que o garimpo ilegal continua exercendo press\u00e3o sobre o territ\u00f3rio, os garimpeiros est\u00e3o se adaptando \u00e0s opera\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o e mant\u00eam n\u00facleos de resist\u00eancia que exigem continuidade e aprimoramento das estrat\u00e9gias de prote\u00e7\u00e3o e monitoramento territorial.<\/span><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h3><b>An\u00e1lise do garimpo ilegal de ouro na Terra Ind\u00edgena Yanomami<\/b><\/h3>\n<h4><b><i>Metodologia<\/i><\/b><\/h4>\n<div id=\"attachment_27692\" class=\"thumbnail alignright\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27692\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-1024x768.jpg\" alt=\"\" width=\"714\" height=\"535\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-2048x1536.jpg 2048w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/sobrevoo-17-10-24-4-scaled.jpg 900w\" sizes=\"(max-width: 714px) 100vw, 714px\" \/><div class=\"caption\">Foto 2. Garimpo de ouro na Terra Ind\u00edgena Yanomami. Cr\u00e9dito da foto: Lucas Silva\/Plat\u00f4\/ISA<\/div><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dados apresentados neste relat\u00f3rio baseiam-se no monitoramento conduzido pelo <\/span><a href=\"https:\/\/www.socioambiental.org\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Instituto Socioambiental<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (ISA). Essa an\u00e1lise \u00e9 realizada mensalmente a partir da interpreta\u00e7\u00e3o visual de imagens de sat\u00e9lite da <\/span><a href=\"https:\/\/www.planet.com\/\"><span style=\"font-weight: 400;\">Planet<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> (mosaicos mensais) e do Sentinel-2, da <\/span><a href=\"https:\/\/www.esa.int\/Applications\/Observing_the_Earth\/Copernicus\/The_Sentinel_missions\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ag\u00eancia Espacial Europeia<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">. Os pol\u00edgonos de impacto do garimpo foram ent\u00e3o gerados incorporando: 1) desmatamento recente causado pelo garimpo, 2) \u00e1reas de garimpo ativas com solo exposto, 3) \u00e1reas recentemente abandonadas com in\u00edcio de regenera\u00e7\u00e3o vegetal (revegeta\u00e7\u00e3o com capim nas \u00e1reas anteriormente escavadas), e 4) lagoas de rejeito.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Todos os meses, as regi\u00f5es impactadas s\u00e3o revisitadas para refinar o mapeamento e verificar poss\u00edveis interpreta\u00e7\u00f5es equivocadas. A an\u00e1lise considera n\u00e3o apenas a assinatura espectral dos objetos, mas tamb\u00e9m o contexto. Assim, todo o mapeamento \u00e9 realizado levando em conta a localiza\u00e7\u00e3o das comunidades e de suas \u00e1reas de cultivo, entre outras informa\u00e7\u00f5es sobre a TI Yanomami, como pistas de pouso e postos de sa\u00fade, o que permite diferenciar a remo\u00e7\u00e3o de cobertura florestal para manejo agr\u00edcola tradicional do desmatamento associado \u00e0 explora\u00e7\u00e3o mineral ou a outros tipos de explora\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O monitoramento remoto sistem\u00e1tico da TI Yanomami come\u00e7ou em 2018, com a experimenta\u00e7\u00e3o de diferentes metodologias. A partir de 2020, iniciou-se o refinamento das \u00e1reas impactadas utilizando mosaicos da Planet (resolu\u00e7\u00e3o espacial de 3 m). Por essa raz\u00e3o, 2020 \u00e9 utilizado como o ano inicial da an\u00e1lise detalhada.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Na se\u00e7\u00e3o de Observa\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m comparamos esses dados de monitoramento conduzidos pelo ISA com informa\u00e7\u00f5es obtidas pelo <\/span><a href=\"https:\/\/amazonminingwatch.org\/en\"><span style=\"font-weight: 400;\">Amazon Mining Watch<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\">.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m do monitoramento remoto, desde 2023 foi implementada uma ferramenta de monitoramento colaborativo para registrar eventos que representem riscos \u00e0s comunidades e \u00e0s pessoas na TI Yanomami. O Sistema de Alertas \u2018W\u00e3nori\u2019 recebe e qualifica den\u00fancias, com o objetivo de fortalecer a comunica\u00e7\u00e3o entre as comunidades ind\u00edgenas, suas organiza\u00e7\u00f5es e o Poder P\u00fablico. Por meio de um aplicativo gratuito (ODK Collect), um monitor de alertas pode registrar um incidente de sa\u00fade ou uma amea\u00e7a ambiental ou territorial, usando um formul\u00e1rio offline composto por coordenadas geogr\u00e1ficas e uma descri\u00e7\u00e3o do problema em \u00e1udio e\/ou foto. O sistema utiliza o formul\u00e1rio\/aplicativo como principal ferramenta de recebimento das den\u00fancias, mas continua recebendo informa\u00e7\u00f5es de outras fontes, como mensagens de WhatsApp, cartas e transmiss\u00f5es de r\u00e1dio, incorporando tudo em um fluxo \u00fanico. Todos os alertas s\u00e3o compilados em boletins semanais e enviados \u00e0s autoridades brasileiras.<\/span><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h4><b><i>Resultados<\/i><\/b><\/h4>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">At\u00e9 dezembro de 2025, a \u00e1rea total impactada pelo garimpo ilegal na TI Yanomami foi mapeada em <\/span><b>5.564 hectares<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (ver Observa\u00e7\u00e3o 3 para compara\u00e7\u00e3o com o Amazon Mining Watch). Como mostrado no Gr\u00e1fico 1 (partindo de uma linha de base de 400 ha em 2020), o impacto anual do garimpo aumentou em 2021 (pouco mais de 1.000 ha) e <\/span><b>atingiu seu pico em 2022<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (quase 1.800 ha), seguido por <\/span><b>quedas significativas em 2023 (330 ha), 2024 (84 ha) e 2025 (45 ha)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, respectivamente. Essa redu\u00e7\u00e3o foi resultado da <\/span><b>interven\u00e7\u00e3o do governo brasileiro<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">, que iniciou, em 2023, um processo de retirada dos garimpeiros ilegais do territ\u00f3rio, ap\u00f3s reconhecer a crise humanit\u00e1ria causada pelo garimpo ilegal entre os povos Yanomami e Ye\u2019kwana.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27700\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27700\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1-1024x579.png\" alt=\"\" width=\"957\" height=\"541\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1-1024x579.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1-300x170.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1-768x434.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1-1536x868.png 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-1-1.png 1757w\" sizes=\"(max-width: 957px) 100vw, 957px\" \/><div class=\"caption\">Gr\u00e1fico 1 \u2013 Aumento anual da \u00e1rea afetada pelo garimpo ilegal na Terra Ind\u00edgena Yanomami.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">O monitoramento documentou 45 hectares (distribu\u00eddos em 121 pol\u00edgonos) de desmatamento recente causado pelo garimpo dentro da TI Yanomami em 2025.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A grande maioria (90%) dos pol\u00edgonos correspondeu a pequenas expans\u00f5es de garimpo, com menos de 1 hectare. Esse impacto recente concentrou-se principalmente em <\/span><b>seis \u00e1reas<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">: 1) Eric\u00f3; 2) Cabeceira do Aracaju; 3) Hokomawa\u00eb; 4) Parima\u2013Parafuri; 5) Surucucus\/Feij\u00e3o Queimado; e 6) Couto Magalh\u00e3es (ver <\/span><b>Figura 1<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">).<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27704\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27704\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-1024x724.jpg\" alt=\"\" width=\"956\" height=\"676\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Yanomami_Maap_en_v2-2048x1448.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 956px) 100vw, 956px\" \/><div class=\"caption\">Figura 1. Garimpo ilegal de ouro na Terra Ind\u00edgena Yanomami, com destaque para as \u00e1reas de maior impacto em 2025.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Os dois maiores pol\u00edgonos (quase 4 hectares) foram identificados em Parima (\u00c1rea 5) e em Surucucus, pr\u00f3ximo \u00e0 pista de pouso do Feij\u00e3o Queimado (\u00c1rea 6).<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27769\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27769\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172521-1024x511.png\" alt=\"\" width=\"1040\" height=\"519\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172521-1024x511.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172521-300x150.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172521-768x383.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172521.png 1359w\" sizes=\"(max-width: 1040px) 100vw, 1040px\" \/><div class=\"caption\">Figura 2 \u2013 Compara\u00e7\u00e3o entre imagens de janeiro e novembro de 2025 nas proximidades da pista de pouso do Feij\u00e3o Queimado. O desmatamento recente \u00e9 claramente percept\u00edvel na parte superior da segunda imagem.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<div id=\"attachment_27766\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27766\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172538-1024x526.png\" alt=\"\" width=\"1060\" height=\"544\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172538-1024x526.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172538-300x154.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172538-768x395.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-172538.png 900w\" sizes=\"(max-width: 1060px) 100vw, 1060px\" \/><div class=\"caption\">Figura 3 \u2013 Compara\u00e7\u00e3o entre as imagens de janeiro e novembro de 2025 na regi\u00e3o de Parima.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A distribui\u00e7\u00e3o das novas \u00e1reas de garimpo tamb\u00e9m indica uma tend\u00eancia de fragmenta\u00e7\u00e3o da atividade, em contraste com a antiga concentra\u00e7\u00e3o em torno de pistas de pouso (como Capixaba, Jeremias, Mal\u00e1ria e Mucuim). Com exce\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o do rio Couto Magalh\u00e3es (\u00c1rea 6 da Figura 1), onde a abertura de novas frentes pr\u00f3ximas a cicatrizes antigas continuou (Figura 4), os demais polos de maior concentra\u00e7\u00e3o, como Alto Catrimani, M\u00e9dio Uraricoera e Homoxi, parecem estar relativamente neutralizados.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27749\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27749\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-1024x724.jpg\" alt=\"\" width=\"931\" height=\"658\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/couto_en-2048x1448.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 931px) 100vw, 931px\" \/><div class=\"caption\">Figura 4 \u2013 Mapeamento do garimpo ilegal no rio Couto Magalh\u00e3es (regi\u00f5es de Papiu e Kayanau).<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m da descentraliza\u00e7\u00e3o do garimpo, h\u00e1 tamb\u00e9m um movimento claro em dire\u00e7\u00e3o \u00e0s \u00e1reas pr\u00f3ximas da fronteira com a Venezuela (um poss\u00edvel efeito de transbordamento). \u00c9 o que mostram as frentes mapeadas em Parafuri\u2013Parima, Hokomaw\u00eb e Cabeceira do Araca\u00e7\u00e1 (\u00c1reas 2 a 4 da Figura 1). Parte desse deslocamento se deve \u00e0 estrat\u00e9gia dos garimpeiros de escapar da fiscaliza\u00e7\u00e3o brasileira recorrendo a bases log\u00edsticas instaladas em territ\u00f3rio venezuelano, como as pistas de Dic\u00e3o e Simada Ocho.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Em 2025, o sistema de alertas da TI Yanomami registrou pelo menos cinco ocorr\u00eancias envolvendo aeronaves clandestinas na regi\u00e3o de Auaris. Na maioria dos casos, os avi\u00f5es seguiam rumo a Hokomaw\u00eb, em dire\u00e7\u00e3o \u00e0 pista Ga\u00facho Animal, na foz do rio Auaris, ou \u00e0 pista localizada nas cabeceiras do rio Araca\u00e7\u00e1 (possivelmente a pista Gongo). A Figura 5 detalha a \u00c1rea 2 da Figura 1.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27756\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27756\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-1024x724.jpg\" alt=\"\" width=\"929\" height=\"657\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/aracaca_en-2048x1448.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 929px) 100vw, 929px\" \/><div class=\"caption\">Figura 5 \u2013 Mapeamento do garimpo ilegal nas cabeceiras do rio Araca\u00e7\u00e1, nas proximidades da pista Gongo e da fronteira com a Venezuela.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">No Sistema de Alertas W\u00e3nori, foram registrados 66 alertas territoriais ao longo de 2025. A grande maioria deles (83%) dizia respeito a <\/span><b>invas\u00f5es<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> (Gr\u00e1fico 2), categoria que re\u00fane informa\u00e7\u00f5es sobre a movimenta\u00e7\u00e3o de aeronaves clandestinas, barcos, balsas e outros ve\u00edculos. Tamb\u00e9m houve registros de ataques e da entrada de armas de fogo. J\u00e1 os casos de desaparecimento foram posteriormente esclarecidos e n\u00e3o tiveram rela\u00e7\u00e3o direta com viol\u00eancia nas \u00e1reas de garimpo ilegal.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27785\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27785\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2-1024x609.png\" alt=\"\" width=\"803\" height=\"477\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2-1024x609.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2-300x178.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2-768x457.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2-1536x913.png 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-2.png 900w\" sizes=\"(max-width: 803px) 100vw, 803px\" \/><div class=\"caption\">Gr\u00e1fico 2 \u2013 Alertas territoriais em 2025, por tipo de alerta<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A Figura 6 mostra a distribui\u00e7\u00e3o espacial desses alertas, evidenciando novamente a concentra\u00e7\u00e3o no norte da Terra Ind\u00edgena, nas proximidades da fronteira com a Venezuela.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27760\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27760\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-1024x724.jpg\" alt=\"\" width=\"933\" height=\"659\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/heat_mapp-2048x1448.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 933px) 100vw, 933px\" \/><div class=\"caption\">Figura 6 \u2013 Mapa de calor dos alertas territoriais de 2024 e 2025<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A \u00e1rea com o maior n\u00famero de alertas, Apia\u00fa (Gr\u00e1fico 3), tamb\u00e9m aparece entre as regi\u00f5es que registraram intrus\u00f5es no espa\u00e7o a\u00e9reo (ver Anexo 1 para evid\u00eancias fotogr\u00e1ficas), possivelmente associadas ao garimpo ilegal no rio Couto Magalh\u00e3es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Alto Catrimani tamb\u00e9m registrou alertas de movimenta\u00e7\u00e3o a\u00e9rea. Nesse caso, chama aten\u00e7\u00e3o a conex\u00e3o entre essa atividade e o garimpo ilegal nas cabeceiras do rio Orinoco, j\u00e1 em territ\u00f3rio venezuelano; uma das regi\u00f5es com maior intensidade de minera\u00e7\u00e3o ilegal nos \u00faltimos anos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Outras \u00e1reas que registraram alertas de intrus\u00e3o no espa\u00e7o a\u00e9reo incluem Auaris e Xitei (ver Anexo 2 para evid\u00eancias fotogr\u00e1ficas). Vale destacar que, embora a pista de Taboca esteja localizada em territ\u00f3rio venezuelano, ela segue dando suporte aos remanescentes do garimpo ilegal em Alto Catrimani e Xitei, incluindo a frente de explora\u00e7\u00e3o pr\u00f3xima \u00e0 comunidade Pixahanapi. No caso espec\u00edfico do garimpo em Xitei (ver Anexo 3 para o alerta comunit\u00e1rio), os avisos refor\u00e7am a preocupa\u00e7\u00e3o dos moradores com a entrada de muni\u00e7\u00f5es e armas de fogo levadas por garimpeiros, que buscam recrutar jovens e intimidar lideran\u00e7as contr\u00e1rias \u00e0 atividade mineral na regi\u00e3o. Desde 2021, Xitei tem sido palco de conflitos violentos associados ao garimpo, e 2025 n\u00e3o fugiu \u00e0 regra. Apenas nesse ano, estima-se que ao menos cinco pessoas tenham sido mortas em decorr\u00eancia desses confrontos.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27789\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27789 \" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3-1024x608.png\" alt=\"\" width=\"825\" height=\"490\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3-1024x608.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3-300x178.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3-768x456.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3-1536x912.png 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Graph-3.png 1653w\" sizes=\"(max-width: 825px) 100vw, 825px\" \/><div class=\"caption\">Graph 3 &#8211; Territorial alerts in 2025 by region<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Al\u00e9m das viola\u00e7\u00f5es do espa\u00e7o a\u00e9reo, o sistema de alertas tamb\u00e9m registrou diversas incurs\u00f5es ilegais pelos rios da TI Yanomami, especialmente nos rios Uraricoera, Catrimani, Apia\u00fa e Ajarani. Em alguns casos, o tr\u00e1fego fluvial estava ligado \u00e0 opera\u00e7\u00e3o de balsas e dragas; em outros, ao transporte de cassiterita ou ao envio de suprimentos para reabastecer os acampamentos.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A regi\u00e3o do Baixo Catrimani foi a que mais concentrou registros de invas\u00f5es fluviais. Entre abril e dezembro de 2025, nove alertas foram emitidos sobre a presen\u00e7a de balsas, dragas e embarca\u00e7\u00f5es suspeitas (Figura 7).<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27793\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27793\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-7-1024x566.png\" alt=\"\" width=\"956\" height=\"528\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-7-1024x566.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-7-300x166.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-7-768x425.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-7.png 900w\" sizes=\"(max-width: 956px) 100vw, 956px\" \/><div class=\"caption\">Figura 7 \u2013 Barco com suprimentos para o garimpo ilegal na regi\u00e3o do Baixo Catrimani e draga de minera\u00e7\u00e3o operando nas proximidades de uma comunidade Yanomami na mesma \u00e1rea.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A partir de Apia\u00fa, surgiram relatos sobre a exist\u00eancia de uma suposta trilha para quadriciclos que estaria sendo usada para abastecer frentes de garimpo situadas rio acima, desviando do ponto onde a nova base da Funai est\u00e1 sendo instalada. Essa trilha conectaria estradas secund\u00e1rias j\u00e1 existentes fora da Terra Ind\u00edgena e alcan\u00e7aria o igarap\u00e9 Ingarana, afluente do rio Apia\u00fa (Figura 8).<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27797\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27797\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-8-1024x707.png\" alt=\"\" width=\"961\" height=\"664\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-8-1024x707.png 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-8-300x207.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-8-768x530.png 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Fig-8.png 1076w\" sizes=\"(max-width: 961px) 100vw, 961px\" \/><div class=\"caption\">Figura 8 \u2013 Mapa da regi\u00e3o de Apia\u00fa indicando a localiza\u00e7\u00e3o do suposto ponto de transbordo.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Por fim, outra regi\u00e3o que merece aten\u00e7\u00e3o \u00e9 Eric\u00f3, acess\u00edvel pelo rio Urarica\u00e1, onde foram identificados, em 2025, sinais expressivos de desmatamento associado ao garimpo. Entre 2018 e 2022, havia registros de dragas operando no Urarica\u00e1, mas n\u00e3o existiam ind\u00edcios claros de garimpo terrestre na \u00e1rea. Com a intensifica\u00e7\u00e3o das opera\u00e7\u00f5es em outras partes da Terra Ind\u00edgena, por\u00e9m, tudo indica que houve um efeito de transbordamento para essa bacia &#8211; que, por estar mais distante dos principais pontos de vigil\u00e2ncia, acabou se tornando mais vulner\u00e1vel. A Figura 9 apresenta um detalhamento da \u00c1rea 1 da Figura 1.<\/span><\/p>\n<div id=\"attachment_27753\" class=\"thumbnail aligncenter\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-27753\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-1024x724.jpg\" alt=\"\" width=\"926\" height=\"655\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-1024x724.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-768x543.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-1536x1086.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/erico_en-2048x1448.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 926px) 100vw, 926px\" \/><div class=\"caption\">Figura 9 \u2013 Mapeamento do garimpo ilegal no rio Urarica\u00e1.<\/div><\/div>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h3><b>Anexo<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Anexo 1.\u00a0Registro de aeronave a servi\u00e7o da opera\u00e7\u00e3o de garimpo em Apia\u00fa<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27774 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173317.png\" alt=\"\" width=\"958\" height=\"718\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173317.png 900w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173317-300x225.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173317-768x576.png 768w\" sizes=\"(max-width: 958px) 100vw, 958px\" \/><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Anexo 2.<\/span> <span style=\"font-weight: 400;\">Avi\u00e3o de garimpo ilegal registrado em Xitei<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27778 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173447.png\" alt=\"\" width=\"944\" height=\"710\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173447.png 900w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173447-300x226.png 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173447-768x578.png 768w\" sizes=\"(max-width: 944px) 100vw, 944px\" \/><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Anexo 3. V\u00eddeo enviado ao Sistema de Alertas, que registra a presen\u00e7a de garimpeiros ilegais atuando \u00e0 noite nas proximidades da comunidade Pixahanapi, em Xitei.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27781 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173601.png\" alt=\"\" width=\"612\" height=\"690\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173601.png 612w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Screenshot-2026-04-09-173601-266x300.png 266w\" sizes=\"(max-width: 612px) 100vw, 612px\" \/><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h3><b>Implica\u00e7\u00f5es para Pol\u00edticas P\u00fablicas e Recomenda\u00e7\u00f5es<\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">A an\u00e1lise dos dados de 2025 indica um ponto de inflex\u00e3o importante na din\u00e2mica do garimpo ilegal. Embora a \u00e1rea total impactada some 5.564 hectares, observa-se uma redu\u00e7\u00e3o expressiva e cont\u00ednua na expans\u00e3o anual de novas \u00e1reas degradadas desde o pico registrado em 2022. Em 2025, foram identificados apenas 45,2 hectares de novas frentes, distribu\u00eddos em 121 pol\u00edgonos, a maior parte deles com menos de 1 hectare.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Apesar dessa retra\u00e7\u00e3o, torna-se evidente a capacidade de adapta\u00e7\u00e3o dos garimpeiros \u00e0s opera\u00e7\u00f5es governamentais. Eles t\u00eam adotado estrat\u00e9gias de fragmenta\u00e7\u00e3o e descentraliza\u00e7\u00e3o, deslocando-se para \u00e1reas pr\u00f3ximas \u00e0 fronteira com a Venezuela, onde passam a utilizar pontos de apoio log\u00edstico situados fora do alcance direto da fiscaliza\u00e7\u00e3o brasileira. Paralelamente, alguns n\u00facleos de garimpo demonstram elevada resili\u00eancia, como \u00e9 o caso da atividade no rio Couto Magalh\u00e3es.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Com isso em mente, para consolidar os resultados das opera\u00e7\u00f5es de desintrus\u00e3o e enfrentar a reentrada da atividade criminosa no territ\u00f3rio, <\/span><b>recomenda-se<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">:<\/span><\/p>\n<ul>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Que todos os \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o mantenham opera\u00e7\u00f5es de combate ao garimpo ilegal nas \u00e1reas remanescentes, com a destrui\u00e7\u00e3o completa das m\u00e1quinas utilizadas na extra\u00e7\u00e3o mineral e a aplica\u00e7\u00e3o das san\u00e7\u00f5es administrativas correspondentes.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Garantir o monitoramento remoto cont\u00ednuo da TI Yanomami, bem como respostas r\u00e1pidas a novos alertas das for\u00e7as de seguran\u00e7a.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Assegurar a manuten\u00e7\u00e3o das estruturas f\u00edsicas e do efetivo m\u00ednimo necess\u00e1rio para o funcionamento cont\u00ednuo dos Postos de Prote\u00e7\u00e3o existentes (Ajarani, Xexena, Walopali, Serra da Estrutura e Pakilapi).<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Finalizar a constru\u00e7\u00e3o dos Postos de Prote\u00e7\u00e3o de Apia\u00fa e Kayanau.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Instalar novos Postos de Prote\u00e7\u00e3o em rios estrat\u00e9gicos utilizados como rotas do garimpo ilegal, especificamente nos rios Urarica\u00e1 e Catrimani.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Implementar barreiras fluviais mais eficientes nos rios Uraricoera, Mucaja\u00ed, Urarica\u00e1 e Catrimani.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Promover patrulhamento regular dos \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o nos rios Uraricoera, Mucaja\u00ed, Ajarani, Apia\u00fa, Urarica\u00e1, Catrimani, Parima e Couto Magalh\u00e3es.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Refor\u00e7ar o controle do espa\u00e7o a\u00e9reo e a aplica\u00e7\u00e3o rigorosa do C\u00f3digo Brasileiro de Aeron\u00e1utica.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Desativar todas as pistas clandestinas e aeronaves apreendidas dentro do territ\u00f3rio Yanomami (Territ\u00f3rio Integrado Yanomami).<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Promover a\u00e7\u00f5es regulares de fiscaliza\u00e7\u00e3o em rodovias, postos de combust\u00edvel, aeroportos e portos localizados no entorno da TI Yanomami.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Garantir apoio do governo federal para a implementa\u00e7\u00e3o do Plano de Vigil\u00e2ncia Ind\u00edgena, integrando as informa\u00e7\u00f5es do Sistema de Alertas das comunidades \u00e0s a\u00e7\u00f5es estatais.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Implementar um cord\u00e3o sanit\u00e1rio e de prote\u00e7\u00e3o territorial rigoroso ao redor do territ\u00f3rio dos grupos isolados, sob lideran\u00e7a da FUNAI e do Distrito Sanit\u00e1rio, com apoio das For\u00e7as Nacionais.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Que a FUNAI ou a Casa de Governo conduzam a elabora\u00e7\u00e3o de um plano de incentivo ao desarmamento volunt\u00e1rio em regi\u00f5es sens\u00edveis.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Que o governo brasileiro fomente espa\u00e7os de governan\u00e7a e di\u00e1logo, com participa\u00e7\u00e3o de representantes governamentais, associa\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas e parceiros t\u00e9cnicos da sociedade civil, para acompanhar a implementa\u00e7\u00e3o das a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o territorial.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Que o governo brasileiro desenvolva, traduza e distribua boletins regulares \u00e0s comunidades sobre as a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o territorial e seus avan\u00e7os.<\/span><\/li>\n<li style=\"font-weight: 400;\" aria-level=\"1\"><span style=\"font-weight: 400;\">Que o governo nacional coordene com o governo venezuelano a\u00e7\u00f5es conjuntas para combater os pontos de distribui\u00e7\u00e3o log\u00edstica localizados logo al\u00e9m da fronteira, que funcionam como ref\u00fagio e rota de fuga para garimpeiros ilegais.<\/span><\/li>\n<\/ul>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h3><b>Observa\u00e7\u00f5es<\/b><\/h3>\n<ol>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\"> A transi\u00e7\u00e3o operacional refere-se \u00e0s mudan\u00e7as no modelo, na regularidade e na intensidade das a\u00e7\u00f5es de fiscaliza\u00e7\u00e3o adotadas ap\u00f3s a mudan\u00e7a de governo. <\/span><a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2024\/02\/29\/casa-de-governo-com-foco-na-crise-yanomami-e-instalada-em-rr-com-orcamento-de-r-1-bilhao.ghtml\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/g1.globo.com\/rr\/roraima\/noticia\/2024\/02\/29\/casa-de-governo-com-foco-na-crise-yanomami-e-instalada-em-rr-com-orcamento-de-r-1-bilhao.ghtml<\/span><\/a><\/li>\n<li><a href=\"https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/decreto\/D11405.htm\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/www.planalto.gov.br\/ccivil_03\/_ato2023-2026\/2023\/decreto\/D11405.htm<\/span><\/a><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Para fins de compara\u00e7\u00e3o, o <\/span><a href=\"https:\/\/amazonminingwatch.org\/en?areaType=indigenous-territory&amp;activeYear=202504&amp;cumulative=true&amp;zoom=6.42&amp;lng=-63.89&amp;lat=1.98&amp;areaId=BR50901_0&amp;areaName=yanomami\"><span style=\"font-weight: 400;\">Amazon Mining Watch<\/span><\/a><span style=\"font-weight: 400;\"> detectou 2.470 hectares de garimpo na Terra Ind\u00edgena Yanomami entre 2018 e 2025. Esses dados tamb\u00e9m mostram um pico em 2022 (aumento de 850 ha), seguido por quedas em 2023 (250 ha) e 2024 (80 ha). O AMW n\u00e3o detectou nenhuma nova \u00e1rea de garimpo em 2025. Importante destacar que os padr\u00f5es espaciais identificados s\u00e3o semelhantes, com ambos os sistemas de monitoramento apontando a concentra\u00e7\u00e3o da atividade na por\u00e7\u00e3o norte do territ\u00f3rio.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">As bases de prote\u00e7\u00e3o s\u00e3o pontos de controle administrados pela Funai que oferecem apoio \u00e0s opera\u00e7\u00f5es de outros \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o, como o Ibama e a Pol\u00edcia Federal.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">As Barreiras Fluviais funcionam como pontos de controle e bloqueios n\u00e1uticos administrados pela Funai, com apoio do Ibama e da Pol\u00edcia Federal, para impedir o acesso log\u00edstico de garimpeiros e outros invasores aos rios da Terra Ind\u00edgena Yanomami.<\/span><\/li>\n<li><span style=\"font-weight: 400;\">Isso deve envolver as ag\u00eancias reguladoras, juntamente com os \u00f3rg\u00e3os de fiscaliza\u00e7\u00e3o ambiental e de comando e controle, como a Ag\u00eancia Nacional de Avia\u00e7\u00e3o Civil (ANAC), para inspe\u00e7\u00f5es de aer\u00f3dromos; a Ag\u00eancia Nacional do Petr\u00f3leo (ANP), para inspe\u00e7\u00f5es em postos de combust\u00edveis; e a Ag\u00eancia Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), para inspe\u00e7\u00f5es em estradas e rodovias.<\/span><\/li>\n<\/ol>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">7.\u00a0<\/span><a href=\"https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/urihi-noamatima-thepe-plano-de-vigilancia-indigena-da-ti-yanomami\"><span style=\"font-weight: 400;\">https:\/\/acervo.socioambiental.org\/acervo\/documentos\/urihi-noamatima-thepe-plano-de-vigilancia-indigena-da-ti-yanomami<\/span><\/a><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n<h3><b>Agradecimentos <\/b><\/h3>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Este relat\u00f3rio faz parte de uma s\u00e9rie dedicada ao monitoramento do garimpo de ouro na Amaz\u00f4nia, desenvolvida por meio de uma colabora\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica entre a Amazon Conservation e parceiros regionais, com apoio da <\/span><b>Gordon and Betty Moore Foundation<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Neste caso, agradecemos ao nosso parceiro <\/span><b>Instituto Socioambiental (ISA)<\/b><span style=\"font-weight: 400;\"> pela lideran\u00e7a na elabora\u00e7\u00e3o deste relat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-25406 aligncenter\" src=\"http:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color-1024x398.jpg\" alt=\"\" width=\"442\" height=\"172\" srcset=\"https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color-1024x398.jpg 1024w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color-300x117.jpg 300w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color-768x298.jpg 768w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color-1536x597.jpg 1536w, https:\/\/www.maapprogram.org\/wp-content\/uploads\/2025\/04\/moore-logo-color.jpg 1975w\" sizes=\"(max-width: 442px) 100vw, 442px\" \/><\/p>\n<div class=\"fitem-sep\"><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Terra Ind\u00edgena Yanomami, localizada no norte da Amaz\u00f4nia brasileira (na fronteira com a Venezuela), \u00e9 um dos territ\u00f3rios mais impactados pelo garimpo de ouro na Amaz\u00f4nia (MAAP #226). 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